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COMO COMECEI A SENTIR A ENERGIA (antes mesmo de a entender)

  • Foto do escritor: Samor
    Samor
  • 2 de fev.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 11 de fev.


Nem sempre soube explicar o que sentia. Durante muito tempo, apenas percebia que certos lugares me deixavam cansada, enquanto outros me faziam sentir em paz. Havia pessoas que me traziam leveza… e outras que, sem fazerem nada de errado, me deixavam com o coração pesado.
Na altura (e não vai assim há muito tempo), eu não falava em energia. Só dizia: “hoje estou estranha” ou “este ambiente não me fez bem”. Mas, na verdade, o que eu estava a sentir era algo muito mais profundo: a sensibilidade à energia que nos rodeia.

Com o tempo, comecei a procurar respostas. Queria perceber por que é que o meu corpo reagia tanto aos ambientes, às pessoas, aos momentos. Foi nessa procura que me aproximei do mundo energético e, naturalmente, do mundo cristalino.
Não foi algo imediato, nem racional. Foi um reencontro. Como se uma parte de mim já soubesse, mas estivesse à espera do momento certo para despertar.
Comecei a prestar mais atenção ao que sentia. Às mudanças de humor sem explicação aparente. Ao cansaço que não vinha do corpo, mas da alma. À paz profunda que surgia em momentos de silêncio. E percebi algo transformador: eu não estava “sensível demais”, eu estava a aprender a sentir de forma consciente.

Hoje compreendo que a energia não é algo místico ou distante. Ela faz parte de tudo. Está nos nossos pensamentos, nas nossas emoções, nas palavras que usamos e nos espaços que habitamos.
Quando estamos num lugar onde há tensão, o nosso corpo sente. Quando alguém nos abraça com amor verdadeiro, também sentimos. Quando a natureza nos envolve, respiramos de forma diferente.
Nada disto é coincidência. É conexão.
Foi essa consciência que mudou a forma como vivo. Passei a respeitar mais o meu ritmo, a minha intuição e os sinais subtis que o corpo me dá. Aprendi que parar não é fraqueza, é saber ouvir a nossa alma. Que chorar pode ser limpeza. Que o silêncio pode ser cura.

Ainda hoje estou a aprender. A jornada de conexão com a energia não tem um ponto final, é um caminho que se faz todos os dias, nas pequenas escolhas, nas pausas, na forma como me trato e trato o mundo à minha volta.
Partilho isto contigo porque talvez também já tenhas sentido algo que não sabias explicar. Talvez também já tenhas saído de um lugar a sentir-te diferente, ou sentido paz sem saber porquê.
Quero dizer-te que não estás a imaginar. Estás a sentir. E sentir é um dom, quando aprendemos a ouvir.
A minha intenção com este espaço é exatamente essa: partilhar o que vou aprendendo ao longo da minha jornada, para que também te possas reconectar com a tua própria energia, com mais consciência, leveza e amor.

Porque, no fundo, tudo começa quando nos permitimos sentir.




 
 

 

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